No teu riso
há uma poesia brilhando,
um gesto de beleza infinita,
amor que floresce todo dia!
Antônio Carlos Menezes
No teu riso
há uma poesia brilhando,
um gesto de beleza infinita,
amor que floresce todo dia!
Antônio Carlos Menezes
Pensamentos que voam
Sonhar sem medo
Na busca de um verso...
Enfim, o poema!
Antônio Carlos Menezes
O amor é a fonte
Tem aroma das flores
Um gesto de carinho...
Aconchego noturno.
Antônio Carlos Menezes
Mulher sempre Mulher
Sorriso mais belo
No coração, eterno amor...
Doçura da vida!
Antônio Carlos Menezes
Qual autor exerceu maior influência em sua obra?Quais suas obras literárias preferidas?
NOME COMPLETO: Carlos Drummond de Andrade
NOME LITERÁRIO: Drummond
| Carlos Drummond de Andrade |
DATA DE NASCIMENTO: 31 de outubro de 1902,
em Itabira, MG
DATA DE FALECIMENTO: 17 de agosto de 1987, Rio de Janeiro/RJ
NÚMERO DA CADEIRA NA AIP: 06
FUNDADOR: Antônio
Carlos Menezes
NOME DO ACADÊMICO ATUAL: Antônio
Carlos Menezes
VIDA E
OBRA DO PATRONO
Carlos Drummond de Andrade foi um grande poeta,
contista e cronista brasileiro. Pelo conjunto de sua obra, tornou-se um dos
principais representantes da Literatura Brasileira do século XX. É considerado,
por muitos críticos literários, como um dos principais escritores do Modernismo
no Brasil. Sua grande obra é A Rosa do Povo, publicada em 1945.
A trajetória pessoal e literária de Carlos Drummond
de Andrade (1902-1987) merece ser ainda muito iluminada. Um dos maiores nomes
da poesia brasileira de todos os tempos, Drummond levou uma existência
aparentemente modesta e avessa aos holofotes enquanto burilava uma obra vasta e
rigorosa. Vivendo no Rio de Janeiro entre 1934 e 1987, o mineiro atravessaria
boa parte do século XX produzindo poesia, crônica para os jornais e marcando,
sobretudo com sua obra, todas as gerações posteriores da literatura produzida
no Brasil.
Grande mestre do verso livre e largo, também
cultivou o verso minimalista. Ao lado, cinco exemplos de poemas sintéticos. Em
meia dúzia de palavras ele consegue passar uma ideia grande, com direito a
perplexidade, reflexão e ironia.
Curiosidade a respeito do minipoema
"Bahia": mais de 50 anos depois, Drummond publicou um complemento a
esse texto. É "O Poema da Bahia Que Não Foi Escrito", no qual ele
lamenta não ter conhecido a terra de Caymmi. Esse poema está em Amar Se Aprende
Amando, de 1985.
CERÂMICA
Os cacos da vida, colados, formam uma estranha xícara.
Sem uso,
ela nos espia do aparador.
(In José & Outros, José Olympio, 1967)