As despedidas são sempre dolorosas. Com a ajuda do Tempo, a dor lentamente se converte em saudade... Aqui, ofertamos de maneira gentil e amorosa, uma homenagem ao poeta Lorenzo Ferrari: esposo, irmão, amigo, sonhador e, entre tantos outros adjetivos, poetrixta.
O silêncio da AIP o incomodava. Ele precisava falar. A voz sempre presente, como agora, mesmo ausente. Ele ainda fala. Nos poemas… serão poetrix? Sim, são Poetrix. Para ele, sobre ele. O poema minimalista a dominar um homem grande. Desafiando o engenheiro que se fez poeta.
Um tema recorrente eram as galáxias, o infinito. Ou as sinestesias sensoriais. Seus versos sempre contêm uma definição de alguma coisa ou de si mesmo.
O mundo não podia ter segredos. Tudo precisava ser previsto. Talvez por isso – o regimento. O Universo minuciosamente controlado, calculado.
Se segredos há, agora ele vai descobrir. E vai definir, vai pesquisar suas leis e vai poetizar, será poetrix.
Agora, um Poetrix Nobel. (...)
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3 comentários:
E a gente vai sobrevivendo no eco da saudade...
Cada poeta que parte é um pouco de nós que se vai
Abraço a você Beth. Os poemas ficam.
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