segunda-feira, 27 de outubro de 2025
Poetrix de Antônio Carlos Menezes
domingo, 31 de agosto de 2025
Poetrix de Antônio Carlos Menezes
Não era um sonho
Prelúdio de Chopin
Sinfonia dos pássaros!
UM AMOR OUSADO
Calada da noite
Aconchego e beijos...
Desejos são tantos!
Antônio Carlos Menezes
domingo, 1 de junho de 2025
Poetrix de Antonio Carlos Menezes
A poesia não chega
Nem um verso sequer
É silêncio que dói...
A LIBERDADE POÉTICA
O poeta é um pássaro
Voar com liberdade
Sonhar com suas cores
Antônio Carlos Menezes
quarta-feira, 12 de março de 2025
Poetrix de Antônio Carlos Menezes
sábado, 15 de fevereiro de 2025
Poetrix de Antônio Carlos Menezes
domingo, 29 de dezembro de 2024
Poetrix de Sandra Boveto e Antonio Carlos Menezes
domingo, 22 de dezembro de 2024
Poetrixtas Antonio Carlos Menezes e Oswaldo Martins
domingo, 8 de dezembro de 2024
Poetrix de Antonio Carlos Menezes
quinta-feira, 14 de novembro de 2024
Poetrix de Antonio Carlos Menezes
sexta-feira, 11 de outubro de 2024
Poetrix de Antônio Carlos Menezes
segunda-feira, 9 de setembro de 2024
ENTREVISTA COM ANTONIO CARLOS MENEZES
Qual autor exerceu maior influência em sua obra?Quais suas obras literárias preferidas?
sábado, 29 de junho de 2024
Poetrix de Antônio Carlos Menezes
segunda-feira, 6 de maio de 2024
Poetrix de Antônio Carlos Menezes
quarta-feira, 24 de abril de 2024
CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE
NOME COMPLETO: Carlos Drummond de Andrade
NOME LITERÁRIO: Drummond
| Carlos Drummond de Andrade |
DATA DE NASCIMENTO: 31 de outubro de 1902,
em Itabira, MG
DATA DE FALECIMENTO: 17 de agosto de 1987, Rio de Janeiro/RJ
NÚMERO DA CADEIRA NA AIP: 06
FUNDADOR: Antônio
Carlos Menezes
NOME DO ACADÊMICO ATUAL: Antônio
Carlos Menezes
VIDA E
OBRA DO PATRONO
Carlos Drummond de Andrade foi um grande poeta,
contista e cronista brasileiro. Pelo conjunto de sua obra, tornou-se um dos
principais representantes da Literatura Brasileira do século XX. É considerado,
por muitos críticos literários, como um dos principais escritores do Modernismo
no Brasil. Sua grande obra é A Rosa do Povo, publicada em 1945.
A trajetória pessoal e literária de Carlos Drummond
de Andrade (1902-1987) merece ser ainda muito iluminada. Um dos maiores nomes
da poesia brasileira de todos os tempos, Drummond levou uma existência
aparentemente modesta e avessa aos holofotes enquanto burilava uma obra vasta e
rigorosa. Vivendo no Rio de Janeiro entre 1934 e 1987, o mineiro atravessaria
boa parte do século XX produzindo poesia, crônica para os jornais e marcando,
sobretudo com sua obra, todas as gerações posteriores da literatura produzida
no Brasil.
Grande mestre do verso livre e largo, também
cultivou o verso minimalista. Ao lado, cinco exemplos de poemas sintéticos. Em
meia dúzia de palavras ele consegue passar uma ideia grande, com direito a
perplexidade, reflexão e ironia.
Curiosidade a respeito do minipoema
"Bahia": mais de 50 anos depois, Drummond publicou um complemento a
esse texto. É "O Poema da Bahia Que Não Foi Escrito", no qual ele
lamenta não ter conhecido a terra de Caymmi. Esse poema está em Amar Se Aprende
Amando, de 1985.
CERÂMICA
Os cacos da vida, colados, formam uma estranha xícara.
Sem uso,
ela nos espia do aparador.
(In José & Outros, José Olympio, 1967)
.jpeg)

