SILÊNCIO DOS VERSOS
pergaminhos escondem pensamentos
palavras costuram esperanças
escritos não queimam
Claudio Trindade
SEM PEDIR LICENÇA
Fogo consome a rigidez da lenha
Vermelho brilha no escuro
Luz da esperança incendeia
Claudio Trindade
SABER ESPERAR
curva-se ao prazer raso
luzes eternas na tela
lamentou, mas esqueceu de viver
Claudio Trindade
PÉ NÃO CRIA RAIZES
Olhar não dá pausa
vida é um sopro
perdeu-se a essência do eu
Claudio Trindade
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Lindos!
ResponderExcluirAmei o "palavras costuram esperanças." Poemar é esperançar... Valeu, poeta!
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