CASULO
No inverno, recolho-me
Poesia me abriga
Dormem as palavras
ETERNITUDE
Outonos e verões vão e vêm
Invernos passam
Poesia primavera
OUTRAS ÁGUAS
Um dia, fui rio
Hoje, palavras me navegam
Sou poesia
VIDA BOÊMIA
Tu vinhas
Eu te trago
Nus, embebedamo-nos
José de Castro
José de Castro, Mestre na arte de escrever, parabéns! Belos poetrix.
ResponderExcluirObrigado, Marília. Fico feliz em estar aqui compartilhando minha poesia... Grande abraço...
ResponderExcluirJosé djavaneou no terceiro verso do "Eternitude". Em "outras águas" ele leminskiou', e no "Vida Boêmia" ele marildou (tenho poetrix parecidos). É sempre um bálsamo ler seus poemas. Beijo, poeta.
ResponderExcluirGostei muito. Parabéns.
ResponderExcluirNaveguei nestes lindos poetrix! A busca de inspiração guardada no aconchego do inverno em “Casulo”; o ciclo da criação poética que segue o seu processo, como as estações do ano, sempre se renovando, em uma “Eternitude”, sem fim; o “deixar-se fluir”, em “Outras águas”, para finalmente, a celebração, um brinde completo de poesia e vida. Parabéns, mestre José de Castro.
ResponderExcluirSó gratidão pelos ternos olhos de Marilda Confortin e Valéria Pisauro, queridas amigas da barca Poetrix... Sigamos navegando, singrando, sangrando mas sempre com ternura no coração. Amo vocês... Grande abraço...
ResponderExcluirO que dizer diante de algo tão lindooooooo! Um mergulho poético que nos inspira a criar mais e mais
ResponderExcluirÉ um bálsamo ler seus poetrix. São leves, intensos e apaixonantes.
ResponderExcluirGratidão, Gilvânia, Luciene e Andréa. A vida nos fez remadores dos versos nesse caudaloso rio chamado Poetrix. Que desaguemos em profundos mares "nunca dantes navegados". Um abraço afetuoso...
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